terça-feira, 25 de abril de 2017

Problemas e futuro da cooperação inter-regional China-Rússia 

25/4/2017, Wan Qingsong,* Valdai Discussion Club Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu.


Entreouvido na Vila Vudu:


A quem diga que 'isso aí não me interessa', responda:

"Interessa, sim senhor, e muito! Porque: (a) São notícias do mundo multipolar. E se é mundo multipolar interessa muito mais, em todos os casos, que os problemas do mundo unipolar dependente do dólar e de Wall Street. Porque: (b) Aí se trata de construir integração entre "regiões não adjacentes", quer dizer, construir integração necessária para finalidades POLÍTICO-ESTRATÉGICAS, não integração determinada por destino geográfico. E porque: (c) Em todos os casos, essa discussão sempre interessará muito mais que o opininionismo tosco e tendencioso do 'jornalismo' Br-17, q só repete baboseiras das redes norte-americanas sobre eleições na França, ou 'noticiário' suposto 'local' e elucubrações sobre o que algum golpista diz-que pensa sobre Constituição e Lei."
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Componente crucial da parceria estratégica abrangente russo-chinesa, a cooperação regional é ponto focal para os dois países e recebe o indispensável apoio das autoridades locais e da alta cúpula do governo dos dois países. Assim, a cooperação regional tem enorme potencial em termos do desenvolvimento de relações bilaterais.

segunda-feira, 24 de abril de 2017

Porque Rússia e China apavoram Washington
The Russian and Chinese national flags are seen on the table as Russia's President Vladimir Putin (back L) and his China's President Xi Jinping (back R) stand during a signing ceremony at the Diaoyutai State Guesthouse in Beijing on November 9, 2014. 
Texto de Pepe Escobar, tradução de btpsilveira
 Publicado originalmente em SputnikNews.com 
Unindo os países que o Pentágono declarou serem as principais ameaças “existenciais” para os Estados Unidos, a parceria estratégica Rússia-China não se revela através de um tratado assinado com pompa e circunstância – e uma parada militar.
Mesmo escavando camada após camada de sofisticação sutil, não há como saber a profundidade dos termos acordados entre Pequim e Moscou, nos bastidores dos inumeráveis encontros entre Xi Jinping e Vladimir Putin.

sábado, 22 de abril de 2017

Ucrânia, Coreia, Irã, Síria… Tio Sam luta falsificando a história
 Ukraine, Korea, Syria, Iran… Falsifying History is Uncle Sam’s Way to War
Texto de Finian Cunningham, tradução de btpsilveira

No discurso pronunciado pelo presidente Vladimir Putin no Fórum Internacional do Ártico, ele ressaltou os perigos reais e presentes apresentados pela falsificação da história. Afirmou que esta distorção deliberada da história corrói a lei e a ordem internacional, criando caos e levando a conflitos futuros.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

O exército japonês pode escolher o caminho da guerra

Texto de Ivan Konovalov, Katehon, tradução de btpsilveira


Continua crescendo a crise entre EUA e Coreia do Norte (CN). Nem Washington nem Pyongyang mostram qualquer vontade de ceder seja no que for. A retórica ameaçadora entre os dois países se torna cada vez mais agressiva. O vice presidente Mike Pence disse que a “paciência estratégica” de seu país chegou ao fim e que o presidente Trump está mandando mais porta aviões dos Estados Unidos para as proximidades da Península Coreana. Como resposta, o exército da CN continua a testar mísseis balísticos e preparando outros testes de armas nucleares. 
Resultado de imagem para Libya's slaves tradeO último país “libertado” pelo ocidente de um ditador “demoníaco” agora trafica escravos abertamente

texto de Carey Wedler, tradução de btpsilveira

bril de 2017 – Information Clearing House – É amplamente sabido que a intervenção da OTAN, liderada pelos Estados Unidos para derrubar o regime de Muammar Kaddafi em 2011 resultou em um vácuo de poder que tem permitido que grupos terroristas como o Estado Islâmico ganhem uma ampla cabeça de ponte no país.
“O rio é vida” – No Brasil, uma fotógrafa entre os Awaretês

Alice Kohler compartilha fotos e reflexões de sua estadia na bacia do Rio Xingu na Amazônia Brasileira.
An Araweté man living in the Xingu river basin in Para, Brazil.

Um índio Awaretê que vive na bacia do rio Xingu, no Estado do Pará, Brasil. Fotógrafa: Alice Kohler.


30 de março de 2017 - Texto de David Hill, tradução de btpsilveira

Alice Kohler é uma fotógrafa brasileira que já visitou mais de 20 países durante sua carreira. No Brasil, em particular, ela tem viajado para as partes mais remotas da bacia do Amazonas e passou muito tempo entre muitos povos indígenas do país, entre eles os Awaretês, Asurinis, Guaranis, Kamayurás, Carajás, Caiapós, Cuicuros, Parakanãs, Parecis, Xavantes e Yavalapitis.

terça-feira, 18 de abril de 2017

A handout photo made available by Syrian Arab NewsA mãe de todas as hipocrisias

texto de Robert Fisk, tradução de btpsilveira

Abril de 2017 – Information Clearing House – The Independent – Falamos da mãe de todas as hipocrisias. Algumas crianças sírias mortas importam, penso. Outras não. Um assassinato em massa duas semanas atrás matou crianças e bebês e levou nossos líderes a mais justa indignação. Mas o massacre deste final de semana na Síria matou ainda mais crianças e bebês – e mesmo assim não gerou mais que silêncio daqueles que antes bradaram pela salvaguarda de nossos valores morais. Por que desta vez não?

sábado, 15 de abril de 2017

Um governo de Cretinos

texto de Paul Craig Roberts, traduzido por btpsilveira

Está se tornando embaraçoso ser (norte)Americano. Nosso país teve quatro presidentes em sucessão, todos criminosos de guerra. Clinton lançou dois ataques militares contra a Sérvia, ordenando que a OTAN bombardeasse a antiga Iugoslávia duas vezes, em 1995 e 1999, cometendo assim dois crimes de guerra.

George W. Bush invadiu o Afeganistão e o Iraque e atacou províncias do Paquistão e do Iêmen pelo ar. Quanto a Bush, são então quatro crimes de guerra. Obama usou a OTAN para destruir a Líbia e mandou mercenários para destruir a Síria, cometendo desta forma dois crimes de guerra. Trump atacou a Síria com as forças dos Estados Unidos, cometendo assim um crime de guerra logo no início de seu regime.

China e Coreia do Norte: Cálculo errado de Trump pode desencadear a guerra. Veja porquê
 
O presidente pensa que pode blefar com os chineses e que um ataque contra a Coreia do Norte terá consequências limitadas. Está errado nas duas conclusões.

Texto de Alexander Mercouris, The Duran, trad: btpsilveira


Enquanto a marinha dos Estados Unidos se aproxima da península coreana, a Coreia do Norte (CN) ameaça contra-atacar as bases dos EUA e contra a Coreia do Sul (CS) e a China alerta para a possibilidade de guerra, a pergunta ainda sem resposta é: existe realmente uma estratégia por trás desses movimentos?

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Ataque terrorista em Estocolmo. Será que eles pensam que somos estúpidos?

Texto de Seth Ferris, trad: btpsilveira

Vamos lá, tentar entender essa bagunça, OK?

Donald Trump disse que houve um ataque terrorista na Suécia. Ninguém na Suécia faz a menor ideia do que ele está falando. A declaração fez Trump parecer um idiota.

Em Londres, um homem dirigiu um carro contra uma multidão de pedestres e tentou atacar o Parlamento Britânico. Os governantes ocidentais imediatamente insistiram que se tratava de um ataque terrorista. As investigações tornaram claro que o atacante agiu sozinho, que não houve planejamento nem um mandante e que o homem não pertencia a qualquer organização terrorista. Isso fez de Trump e vários outros líderes parecerem um bando de imbecis. Mas mesmo assim nenhum deles retirou a acusação de que se tratava de um ataque terrorista.
Novo normal da política exterior de Trump

Mamão com Açúcar ("Lindo Bolo de Chocolate") 


14/4/2017, Pepe Escobar, 
SputnikNews
Tradução do Coletivo Vila Vudu
Vídeo
No vídeo, o comandante-em-chefe da Escola de Política Externa do LBC (Lindo Bolo de Chocolate), discorrendo sobre seu novo movimento com vistas à Coreia do Norte.
"Estamos mandando uma armada. Muito poderosa. Temos submarinos. Muito poderosos. Muito mais poderosos que o porta-aviões. Lá isso eu garanto! Não há dúvidas!"


Como se bombardear uma Coreia do Norte armada com bomba atômica fosse tão mamão com açúcar ("lindo bolo de chocolate") como Tomahawkear uma base-aérea semideserta na Síria. Mas essa é a beleza de uma política externa de caixinha de chocolates: você nunca sabe o que haverá dentro.

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Uma análise em vários níveis 

Ataque dos mísseis EUA contra a Síria e consequências 


The Saker, 
The Vineyard of the Saker, Tradução do Coletivo Vila Vudu


O mais recente ataque de mísseis cruzadores dos EUA contra a base aérea síria é evento de importância extrema em tantos níveis, que é importante examiná-los com algum detalhe. Tentarei fazer isso hoje, na esperança de lançar alguma luz sobre esse ataque, na verdade bizarro, mas que, apesar disso, terá consequências profundas. Antes, examinemos o que realmente aconteceu.
Graças a você, Mr. Trump, um mundo em alvoroço!
Irã, o importuno


 
Texto de Philip Giraldi, traduzido por btpsilveira

O Donald Trump verdadeiro está exposto. O homem que prometeu uma política sensível de não intervenção no Oriente Médio e uma política de reaproximação com a Rússia acabou de renegar suas promessas. Sua embaixadora para a ONU, a cretina Nikki Haley, agora pretende que a Rússia e a Síria estão diretamente destinadas a serem punidas pelo Onipotente Líder do Mundo Livre, para que não reste a menor dúvida em ninguém.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Como e porque o ataque de Trump está saindo pela culatra

Texto de Martin Berger, traduzido por btpsilveira
O resultado do ataque com mísseis lançado pela marinha dos Estados Unidos contra a base aérea de Shayrat na província síria de Homs revelou-se politicamente inconsistente. Esta posição está se tornando cada vez mais popular entre os principais analistas e especialistas em Oriente Médio, e rapidamente está prevalecendo também nos próprios Estados Unidos. Foi preciso menos de um dia depois do ataque inicial para que se começasse a questionar a atitude inconsistente de Trump em relação à crise da Síria.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Trump Mandou Censurar: Associação Médica Sueca Diz que “White Helmets” Assassinaram Crianças para Vídeos do Falso Ataque com Gás


Texto de Gordon Duff,  tradução de btpsilveira
Conforme uma fonte do Congresso  …  Trump e McMaster deram ordens ao Comando Cibernético do Exército para “derrubar os servidores de VT - Veterans Today” a fim de impedir que você lesse este artigo.
Comentário do tradutor: este artigo contém vídeos com cenas chocantes. Pessoas mais sensíveis devem assistir com cuidado.

O presidente Trump agora está ameaçando levar os Estados Unidos à guerra contra a Síria, Irã e mesmo a Rússia, uma guerra que ele justifica pelas “evidências” que alega ter recebido dos “White Helmets” sírios. Provaremos além de qualquer dúvida que esta organização está a serviço do Estado Profundo, uma fusão entre a CIA, a Al Qaeda e os serviços de inteligência da Inglaterra. Temos provas irrefutáveis de que Trump e sua mídia recheada de notícias falsas estão e sempre estiveram em sintonia, enganando a nós todos.

domingo, 9 de abril de 2017

Um novo presidente, orgulhosamente trazido até vocês por Trump Productions

The Khan Sheikoun Show 

8/4/2017, Moon of Alabama, com tradução do Coletivo Vila Vudu

O "ataque químico" em Khan Sheikoun foi encenado, um show; apesar de ter havido mortos e feridos durante as gravações e filmagens.

Esse 
vídeo por exemplo, de médicos e pacientes numa sala de emergência foi puro teatro, filmado ao longo de muito mais tempo. O principal apresentador um bem conhecido criminoso Takfiri, mas com conexões com o serviço secreto britânico. Todo o show foi aperfeiçoado, pode-se dizer que por especialistas, para encaixar-se perfeitamente nas telas de TV nos EUA.
Os planos militares de Trump – agressão contra Idlib/Pyongyang/Teerã e depois o mundo inteiro

Texto de Martin Berger, tradução de btpsilveira

Neste momento em que está cheio até a tampa de orgulho por sua recente agressão militar contra a Síria, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou as aspirações militares de sua administração em um discurso semanal para a população dos EUA. Particularmente, ele disse que Washington estaria pensando em formar alianças militares, as quais, na sua opinião, devem fazer o país ainda mais forte, para o bem do mundo inteiro.